quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Caixa-baú das Memórias Inventadas


Caixa Diário da Natália Rosin
Viver a partir da troca e da inspiração é algo que me motiva muito. O legal é buscar resignificar o que o outro compartilha e a partir daí se  colocar. Foi isso que procurei fazer ao ler o post da Natália  sobre o seu Diário infinito de frases.

Aceitei o desafio da Natz e comecei a pintura da minha caixa-baú. 

A opção pelo baú não foi por acaso. Sempre ouvi dizer que as histórias contadas para as crianças eram guardadas nos baús. 
E também nos baús são guardados os segredos, os tesouros e tudo  mais de valor.




Então a caixa-baú ficou pronta. Mas não queria apenas escrever uma frase por dia, sou muita ansiosa e assim demoraria demais. rsrs O jeito foi pensar em novas estratégias!

 Separei os meses com papel craft e amarrei uma fitinha colorida para cada mês, assim visualizo melhor.

 As fitas deram alegria ao papel craft também.Em cada ficha estou anotando uma frase por dia, como a Natz sugeriu. Mas aqui a ficha pautada é muito cara então comprei folhas maiores, que se parece com a cartolina  (gramatura 180) e cortei no tamanho adequado para a minha caixa.



  Segunda parte da Caixa-baú 

Enquanto fazia a caixa  me lembrei de tantas coisinhas importantes que guardei ao longo da minha vida. Assim uma parte das minhas fichas foram arquivadas com o título "Guardados de afeto". Vejam um pouquinho dos afetos e lembranças  que guardo.

Lembrancinha de nascimento,bilhete e crachá da Isabela (Hoje ela tem 18 anos rsrs)


Primeiros desenhos do Pedro (24anos) pág. da agenda, convite de uma ano da sobrinha...
Primeiros colegas de trabalho,casamento do filhão,cartãozinho...
Foto do marido novinho, cartão da ex-escola...
Enfim, descobri tantas outras coisinhas que estou colocando em fichas brancas e quero anotar uma frase em  cada. Como tudo já passou achei por bem que minha memórias também sejam  chamadas de inventadas. A pesquisadora Eclea Bosi diz que ao contar os fatos rememoramos .

Estou com a cabeça cheia de mais ideias e depois volto para contar se deu certo..Fica aqui o meu agradecimento a Natália Rosin . Visitem o blog dela, possui postagens lindas http://blog.nataliarosin.com/

9 comentários:

Ingrid disse...

eu amei amiga.....tb fiz, depois vai ver a minha...

bjssssssss

Luci Cardinelli disse...

Adorei! Gosto demais dessas coisinhas bem sentimentais e esse baú é especial hem?

beijos

Dona Amélia disse...

Frô, amei essa idéia, como te falei no Twuitter, e é claaaro que vou cirar um pra mim tb. rs
Já vou começar a criar as minahs fichas e providenciar o baú!! ;oD

Xerinhos
Paty

Ana Paula disse...

Que baú lindo, e que organização hein. Eu tenho uma caixinha que guardo todas os recadinhos, cartões, e cartinhas qdo comecei a namorar meu marido. É muito bom!

Bjão

A FADA DAS AGULHAS disse...

Muito bom guardar esses momentos em nossas memórias,e agora esse Baú fazer parte das suas lembranças.Adorei amiga a organização,ficou um amor.

Bjs!
Simone Souza

Sinhazinha disse...

Seu blog é um encanto, muito lindo.
me tornei sua seguidora, da uma passada la no meu...gostaria muito que se tornasse minha seguidora, vai ser uma honrra para mim...
sinhazinhabibi.blogspot.com
beijos

Veronica Kraemer disse...

Beloni querida, que linda idéia!!!
Eu tenho caixas e caixas de memórias de afeto, e volta e meia dou uma olhada... A gente revive mesmo, né? ADORO!!!
Lindo seu baú, tudo organizadinho e lindamente decorado!!!
Beijosssssssssss e uma linda semana pra ti
Vero

Anita disse...

Beloni, que idéia linda menina, fica um baú de histórias de vida, amei, até vou lá no blog que te inspirou. Bjs.Ah, se anima e pinta os banquinhos da cozinha, rs. Boa semana pra vc.

giane. aprendiz. disse...

guardar memórias. comecei com redundância?! sim. memória é guardar. mas, é bom que a lembrança esteja a serviço de nossa história e não da nostalgia pois, esta é o que uma lembrança pode ter de negativo. né?
gostei de seu desenvolvimento e honestidade nesta proposta, beloni. gostei da proposta da natália. é claro, que também possuo meus guardados. e talvez, todos nós.